Uma das premissas básicas na filosofia e medicina orientais é de que existe uma ordem na Natureza, que os fenómenos não são casuais, que tudo se insere num plano cósmico interligado por uma teia invisível.
Essa ordem manifesta-se inexorável e infinitamente em todos os fenómenos: nascemos, crescemos, morremos; a manhã dá origem à tarde que se transforma em noite, para depois amanhecer; o Verão transforma-se no Outono, que produz o Inverno, que dá lugar à Primavera...
A capacidade de manter a saúde, bem-estar e, ultimamente a nossa felicidade reside na nossa capacidade de nos adaptarmos e fluirmos com os ritmos da Natureza e não de lhe resistirmos ou a tentarmos controlar.
Assim sendo, deveríamos seguir o horário do sol para gerir as horas a que comemos e dormimos, ao contrário de alguns dos nossos empresários que, ao quererem adiantar ainda mais a hora de Verão preferem fazer negócio a respeitar os ritmos biológicos.
Os tradicionais pequeno-almoço, almoço e jantar reflectem um alinhamento natural com o movimento do sol - nascer do sol, sol no seu zénite e pôr-do-sol. Assim, é importante comer as refeições a horas regulares e, tanto quanto possível, ajustar os horários de forma a não comer demasiado tarde, algo que começa a acontecer cada vez mais na sociedade portuguesa.
Se os horários para comer forem adequados, o sistema digestivo tende a funcionar bastante melhor com as óbvias vantagens inerentes ao facto.
Este é um dos pontos em que os nossos hábitos são melhores que os dos nossos vizinhos espanhóis (que comem extraordinariamente tarde), e que convinha não perdermos.
Francisco Varatojo
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
EM SENTIDO
As vozes do coração conheçem a felicidade. Pretendemos preencher um desejo de felicidade o que por vezes nos dá sentido outras vezes um mau sentido. Contudo, a procura faz sentido!
A felicidade não é eterna nem tem um momento! É e será sempre um acto transitório, em movimento.
Como era óptimo que fosse verdade que P, é mesmo verdade que P.
O que temos que começar a fazer é simplificar e arrumar estes sinais de outra forma para nos dar o sentido.
Ferramentas: Meditação, inspiração, contemplação, alimentação, desafios e que mais?
O que acham?
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